como dizia o saudoso poetinha, "melhor não tê-los. Mas se não tê-los, como sabê-los?" Como não viver essa louca e infinita aventura, dia após dia, de nunca ter certeza e de morrer de medo a cada concessão, a cada ato independente?
A maioria das mães (e pais) sabe o que quer - que os filhos sejam felizes para sempre. E é ai que reside toda a complexidade do assunto: ser feliz é tão genérico, tão vago, inconsistente até. Cada um procura especificar seu conceito de felicidade desenhado para os filhos e não se lembra de que viver é perigoso. Viver é voar, é respirar a cada momento uma nova golfada de ar, em constante mutação. É se arriscar, sobretudo, e aprender que ironia, como se a vida fosse durar para sempre.
Acho melhor ir jogar boliche com eles.
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Um comentário:
Muito bonita a reflexao!!
Acho que você tem razao!! A felicidade se faz com amor e presenca. Parabéns.
Ah, obrigada por ter perguntado, Adrian está com um ano e quatro meses.
Eu vou comecar a atualizar o blog para que você veja a peca que ele está agora.
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